Estilo Luís XIII

O Estilo do Monarca Francês Luís XIII
O estilo Luís XIII durou do fim do século XVI até a subida de Luís XIV ao trono.
No inicio sofrendo as influências de estilo renascentista italiano, o estilo Luís XIII aparece com um aspecto pesado e redundante, reflete grandiosidade e excesso de ornamentos (influência do Barroco).
No inicio sofrendo as influências de estilo renascentista italiano, o estilo Luís XIII aparece com um aspecto pesado e redundante, reflete grandiosidade e excesso de ornamentos (influência do Barroco).

Os
modelos hispano-flamengos e italianos dividiram a preferência dos
decoradores da época e de seus clientes (príncipes, nobres e burgueses
ricos). As paredes eram cobertas com pinturas enquadradas por estuques
dourados, tapeçarias ou couro, com desenhos impressos, pintados e
dourados. Embora já não houvesse tantos artistas italianos trabalhando
na França, a Itália é ainda considerada grande inspiradora na
arquitetura e na pintura e, além disso, haviam certos artigos tidos como
especialidades italianas que os nobres faziam questão de possuir, tais
como os espelhos de Veneza, veludos de Gênova e sedas de Milão. Os
flamengos, principalmente pintores, gravadores e arquitetos, exerceram
grande influência em toda a arte dessa época, sendo considerados os
criadores da indústria de tapeçaria na França.
Já no final do reinado de Luís XIII, há uma redução gradual da influência estrangeira, tornando-se a arte mais grandiosa, elegante, suntuosa.
Os móveis mais usados eram: cabinetes, armário, cama, mesa e cadeira.
Já no final do reinado de Luís XIII, há uma redução gradual da influência estrangeira, tornando-se a arte mais grandiosa, elegante, suntuosa.
Os móveis mais usados eram: cabinetes, armário, cama, mesa e cadeira.
As
cadeiras tornam-se mais numerosas, tendo os pés ligados por uma
travessa e apoio para os braços em forma de osso de carneiro a estrutura
é em geral quadrada,usa-se o estofamento fixo por tachas e terminado
por uma franja que era moda também nas cortinas,há também grande
variedades de cadeiras e banquinhos em X, a arca continua presente no
mobiliário.


O
quarto era a principal peça da residência, a cama continuava encostada
à parede, com quatro colunas em madeiras torneadas, ornadas de
cortinas ou recoberta por ricos tecidos sustentando o dossel,
conhecidas pelo nome de leito en housse (com cobertura, substituído por
volta de 1645 pela alcova fechada com uma balaustrada), havia também
as poltronas, cadeiras, genuflexórios e tamboretes guarnecidos de
tecido, com pés torneados em círculo ou em espiral.
O grande móvel foi o cabinet ou gabinetes (“buffets” menores, onde a parte superior repousa sobre um conjunto de pequenas colunas) um móvel com vários compartimentos para objetos preciosos; era feito de ébano ou em madeira enegrecida, sendo freqüentemente importado de Flandres, e tinha batentes ricamente esculpidos em baixo-relevo, sustentado por cariátides, mísulas ou balaústres. A escrivaninha, vinda da Itália, também apareceu nesse período e surgiu o armário de tamanho menor que por suas proporções prenunciavam o advento do estilo Luís XIV.
A
mesa era em madeira natural, carvalho ou nogueira, algumas vezes em
ébano com incrustações em marfim ou em osso. Era comum cobrirem as mesas
com um tapete, prendendo-os nas extremidades com nós de fitas.

Sendo
assim observamos que a principal característica do estilo Luís XIII
era a madeira torneada que compunham os pés dos móveis como as
travessas das mesas e cadeiras, as laterais dos buffets e até os
balaustres das escadas.






















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